Desenho do prêmio da corrida do próximo domingo será o mesmo do ano passado, de autoria de Oscar Niemeyer

O GP do Brasil costuma inovar quando o assunto é troféu. No ano passado, Oscar Niemeyer desenhou o prêmio, que foi feito totalmente em plástico 100% reciclável. Para a corrida deste ano, mais uma inovação, revelada em reportagem do “Jornal Nacional”: quem vencer a prova levará para casa um troféu produzido a partir do lixo coletado dentro do autódromo de Interlagos nos treinos de sexta-feira e sábado.
A matéria-prima para o troféu será extraída de latas de lixo do autódromo. No ano passado, foram consumidas 420 mil latas e garrafas de água e refrigerantes. Assim, a organização espera coletar 60 toneladas de lixo durante o GP deste ano, grande parte dele reciclável.
Depois de selecionado, o lixo será prensado e moído. As pedras que resultarem deste processo serão aquecidas a 200ºC e vão se transformar em uma espécie de macarrão azul, cor definitiva do troféu. Na etapa seguinte, o material vai ser granulado e resfriado, antes de virar uma placa única.
No domingo, será feita a usinagem, última etapa do processo. Após três horas do toque final, além das outras 13h dos passos anteriores, o troféu sairá direto para as mãos do vencedor.
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